Mais de 100 prefeitos, vices e candidatos à prefeitura apoiam Leitão

Além do apoio dos dois senadores de Mato Grosso – Jayme Campos e Wellington Fagundes – Nilson Leitão, que disputa a única vaga na eleição suplementar ao Senado Federal, conta com a força política de 100 lideranças entre prefeitos, vices e candidatos ao Executivo Municipal nas eleições 2020.

Como já foi prefeito de Sinop por dois mandatos, Nilson Leitão conhece bem as necessidades das cidades e sob a bandeira do municipalismo e as propostas de campanha de acabar com as desigualdades regionais e criar oportunidades para todos, tem atraído mais apoiadores.

“Fico muito feliz com o apoio dos prefeitos, vices e candidatos à prefeitura que venho recebendo ao longo da campanha. Isso mostra que as nossas propostas são, de fato, respostas para as demandas dos municípios, que elas irão solucionar, de forma efetiva, grande parte dos problemas que os gestores enfrentam no dia a dia. Já fui prefeito e sei bem como é difícil. Quero ser no Senado um representante e guerreiro das pautas municipalistas, pois as pessoas moram nas cidades, é lá que as coisas acontecem”, ressaltou.

Dentre alguns dos apoiadores estão o prefeito de Sorriso, Ari Lafin (PSDB), o prefeito de Guarantã do Norte, Érico Stevan Gonçalves (DEM) e o prefeito de Vila Rica, Abmael Borges da Silveira (PL), além do presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga.

O senador Wellington Fagundes, que é um grande defensor do municipalismo, diz que Leitão é o mais experiente e irá somar no Senado .“Precisamos reforçar nossa luta. Nilson Leitão reúne experiência e muita determinação para nos ajudar nesse trabalho. Porque queremos um Mato Grosso forte, gerando emprego e bem estar a todos, com o fortalecimento dos municípios”, defendeu.

Para que os municípios sejam fortalecidos, Leitão defende a democratização do acesso à saúde; a ampliação do acesso ao crédito e assistência técnica aos agricultores familiares do estado para fortalecer o produtor rural de pequeno e médio porte; mudanças no Pacto Federativo, além de incentivos fiscais às empresas que se instalarem no interior.

 

 

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