Segunda-feira, 21 de Setembro de 2020
ENERGISA CORONA

PolíticaGalli critica marcha das vadias

Postado 6 anos atrás Fonte: flavio garcia
Foto: REPRODUÇÃO

O deputado federal Victório Galli criticou a "marcha das vadias" que, além de pedir a legalização do aborto, utilizou uma criança no manifesto deste ano. “Ninguém em sã consciência é a favor da violência contra a mulher, mas a marcha das vadias é uma tentativa de degradação moral da sociedade. Querem chocar a sociedade e contribuir com a engenharia social. Patrocinam a destruição de valores que permeiam a civilização ocidental”, disparou Galli. Segundo ele, "perderam a noção". Galli afirma que o uso de crianças em situações como a da marcha das vadias contraria o próprio estatuto da criança e do adolescente. Este movimento defende a legalização de drogas, do aborto e da prostituição. “Isso destrói lares, famílias e vai contra os princípios cristãos, religiosos. É uma postura insana que agride toda a sociedade, querem pregar o caos”. O parlamentar denuncia que o governo do PT está apoiando e financiando estes movimentos anticristãos por todo o País. Além da legalização de drogas, legalização do aborto, estes movimentos apoiam a “orientação sexual de crianças nas escolas com foco na homossexualidade e na liberdade sexual. “Isso é uma verdadeira agressão que vem sendo combatida no Congresso pelas bancadas evangélica e católica. Estamos unidos para impedir tais abusos. Da forma como age o governo não demonstra qualquer preocupação com nossas crianças, mas sim, com o caos”. “O fato de crianças terem acesso a uma cartilha de orientação sexual, com sexo explícito, incentivando a pedofilia e o homossexualidade e a liberdade sexual, não pode ser visto com bons olhos, estão antecipando a vida sexual de crianças de 5, 6, 7 até 11 anos de idade. É inconcebível que o Governo queira assumir a função de um pai e de uma mãe”, aponta o parlamentar. Conforme Galli, o Brasil é signatário da Convenção Americana dos Direitos Humanos desde 1992, “mas o governo não age dessa forma”, diz. O deputado aponta que o artigo 12 da convenção diz que “os pais tem direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”.

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