INSEGURANÇA JURÍDICA

Diante das inúmeras inverdades propagadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura para justificar o processo de prorrogação por mais seis meses (180 dias) do contrato emergencial de concessão da atual administração do terminal Rodoviária de Cuiabá, Engenheiro Cássio Veiga de Sá, nos últimos dias, a antiga administradora, a Servexte, lembra que foi obrigada a encerrar suas atividades em função da falta de segurança jurídica para fazer novos investimentos na rodoviária e a inviabilidade econômica agravada pela falta de fiscalização do poder concedente, a Sinfra, junto às empresas de transporte. Com o término do contrato de concessão em 2008, em tese, a Servexte estaria desobrigada a continuar gerindo o Terminal Rodoviário de Cuiabá, contudo, por tolerância do Governo do Estado e confiante de que a prorrogação seria possível, continuou mantendo o serviço de administração da rodoviária no melhor patamar de qualidade e regularidade, investindo esforços e recursos na manutenção e conservação de sua estrutura física e operacional. Além da insegurança jurídica e do descaso por parte do poder concedente, os prejuízos financeiros da Servexte, à época, foram enormes e prejudiciais à saúde financeira da empresa.