Juiz de Sinop pode se tornar ministro no STF
Mato Grosso pode ter mais um ministro em Brasília. Dessa vez o juíz atua no interior do estado. Ele é o juiz Mirko Vincenzo Giannotte, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que tem um perfil conservador e está entre os nomes que disputa a cadeira a ser liberada no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele pode assumir a vaga do ministro Marco Aurélio Mello, com aposentadoria prevista para 5 de julho.
A Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages), entidade que presidiu por dois triênios, endossou sua ida para o Supremo.
Mirko que é “muito conservador na defesa dos costumes” – como se auto define, passou a ser uma opção de escolha do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como alternativa ao atual cabo de guerra entre os nomes tidos como favoritos para a vaga: a do ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e de André Mendonça, da Advocacia-Geral da União (AGU), além de Augusto Aras, procurador-geral da República. “Eu sou um evangélico de berço. A minha mãe é imigrante italiana, de origem judaica, e chegou aqui em 1953, com apenas 6 anos. Ela se tornou evangélica aqui, se tornando ‘assembleiana’, da Assembleia de Deus. Claro, eu sempre olhei, obedeci e ouvi os preceitos, a Bíblia estava presente sempre na minha casa. Dessa forma, se minha mãe é evangélica, eu que sou do ventre dela evidentemente também sou. Frequento uma igreja aqui no Jardim Botânico, em Brasília”, contou.
Conversas de bastidores é que ele esteve em Brasília, na última sexta-feira (11/6), quando recebeu a reportagem do Metrópoles para uma conversa que durou pouco mais de 1h45.
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