Com revolta da população, justiça nega pedido para presos terem prioridade na vacinação contra covid
Com a indignação demostrada pelas pessoas do pedido da Defensoria Pública pedindo que os presos fossem colocados no grupo prioritário em detrimento da população, o juiz Gerardo Humberto Alves da Silva, da 4º Vara Especializada da Fazenda Pública, negou o pedido do
defensor público do Núcleo de Execução Penal de Cuiabá (NEP), André Rossignolo.
Ele alegava que Cuiabá está descumprindo o Plano Nacional de Vacinação, ao ignorar, sem qualquer justificativa a inclusão de presos nos grupos prioritários para receber a vacina.
A situação da superlotação das unidades é mencionada para lembrar a existência “de elevado risco de uma disseminação em massa da covid-19”. Na Penitenciária Central do Estado, por exemplo, estão detidas 2,4 mil pessoas.
Só que o argumento, não convenceu o juiz que disse que “O município de Cuiabá/MT segue o previsto no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 e na Nota Técnica n. 717/2021-CGPNI/DEIDT/SVS/MS, de forma que inexiste preterimento em desfavor das pessoas privadas de liberdade”.
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