Ação vai além de simples superfaturamento de medicamentos
A operação Curare, deflagrada nesta sexta pela PF, tenta combater cartel das empresas que prestam serviços na área da saúde, especialmente quanto ao gerenciamento de leitos de UTI exclusivo para tratamento de pacientes acometidos pela Covid-19. Não é de hoje que a gestão pública tem muita dificuldade para extirpar cartel.
Para se ter ideia, as mesmas empresas alvos da operação que têm contratos com a Prefeitura de Cuiabá, também prestam serviços para o Estado e com direito a recursos a título "indenizatório". Não se trata de denúncia de superfaturamento e muito menos de compras ilegais de remédios, mas sim de cartel, que se forma a partir de acordo entre empresas com objetivo de fixar artificialmente os preços ou quantidades dos produtos e serviços, de controlar um mercado, limitando a concorrência.
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