Radicalização contribui para o agravamento do quadro no país, diz Gustavo Oliveira

Os ânimos exaltados de apoiadores e de não apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e do STF não ajudam em nada o país. Essa é a opinião do presidente do Sistema Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Gustavo de Oliveira que não apoia a radicalização das manifestações que vêm sendo organizadas para o 7 de setembro.

Ele entende que criar conflitos entre os Poderes apenas potencializa os problemas enfrentados pelo país. “Nesse momento, ao nosso ver, medidas que radicalizam imposições e afastem mais os Poderes do diálogo, eles contribuem para o agravamento quadro. A manifestação do dia 7 de setembro deve ser legítima, patriota e respeitosa, sem agredir instituições. A própria Federação das Indústrias, ela é uma instituição e não faria sentido agredir outras instituições”, disse.

Haverá manifestações tanto nas cidades quanto em Brasília por grupos de direita em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, que há semanas inflama seus seguidores a irem às ruas para defender as pautas de seu governo, como por exemplo, o pedido de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). E ainda haverá os que são contra o presidente, o que inflama o cenário políticos e podem gerar casos de enfrentamento e violência.

Essa situação acaba por deixar pautas importantes que precisam ser discutidas de lado como aumento do preço de alimentos e do combustível.

 

foto fiemt