Galvan está impedido de se aproximar da Praça dos Três Poderes
O ex-presidente da Aprosoja Mato Grosso, e titular da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, contabilizou mais uma derrota. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, negou ontem seu habeas corpus e manteve a decisão que o impede de se aproximar da Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Com a decisão, Galvan está impedido de participar das manifestações a favor do presidente da República, Jair Bolsonaro, neste 7 de setembro.
No recurso, o presidente da Aprosoja alegou que a determinação do Supremo era ilegal e configurava abuso de poder. Entretanto, o ministro Barroso recusou a tese.
"(...) 8. De fora parte a inadequação da via eleita, não encontro nos autos situação de teratologia, ilegalidade flagrante ou abuso de poder que justifique a concessão da ordem de ofício. 9. Diante do exposto, com base no art. 21, § 1º, do RI/STF, não conheço do habeas corpus. Publique-se. Brasília, 06 de setembro de 2021.", diz trecho da decisão, que ainda não foi publicada na íntegra.
A decisão inicial que manteve Galvan impedido de se aproximar da Praça dos Três Poderes é do ministro Alexandre de Moraes. O presidente da Aprosoja Brasil deve manter, pelo menos, um quilômetro de distância. Ele é investigado por supostamente ter financiado, apoiado e incentivado atos antidemocráticos contra o Judiciário, que ocorrem nesta terça.
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