Russi diz que o projeto que cria o Conselho LGBTQIA+ em MT será votado ainda este ano
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), disse que o projeto que cria o Conselho LGBTQIA+ em Mato Grosso será votado até o final do ano.
Ele aguarda que os colegas limpem a pauta de projetos de interesse de Mato Grosso antes do recesso parlamentar.
“Vamos votar, já mandei colocar na pauta para votar o projeto do corte de ICMS e alguns outros projetos, também conversei com o deputado Dilmar para votarmos já a LOA em primeira. Se ficar pronto até quarta-feira dentro das comissões, já queremos votar o orçamento também em primeira votação nesta semana”, disse o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso a jornalistas na tarde desta segunda-feira (22).
“A do ICMS já podemos votar hoje o orçamento não, tem que passar pelas comissões”, acrescentou, adiantando que tem uma pauta extensa de vetos para votar na sessão de terça-feira (23). “Vamos votar vetos amanhã e se precisar, continuar na quarta-feira a votação dos vetos, mas eu vou colocar em votação esses projetos que tem o interesse de Mato Grosso”.
“Não vai ter problema da pauta ser trancada porque eu vou votar antes estes projetos, a não ser que algum deputado peça, mas existe um acordo para votarmos os projetos de interesse do governo antes da votação dos vetos”, disse o presidente da Assembleia, esclarecendo ainda que o projeto de redução de ICMS está tramitando há dois meses na Casa de Leis por conta do pedido de vista de deputados.
“Não tinha a necessidade de aprovar com regime de urgência porque a lei só vai vigorar a partir de janeiro. Do contrário, seria aprovado no mesmo dia, mas como só vai vigorar em janeiro, está dentro das comissões, no trâmite normal”, destacou Max Russi.
Sobre o projeto de criação do Conselho LGBTQIA+ em Mato Grosso, o presidente da Assembleia Legislativa garantiu que será votado ainda este ano. “Está dentro das comissões. É votado este ano, tem prazo para ficar na comissão tramita com dispensa de pauta, mas não queremos patrolar nada. É um projeto que vai ser votado sim, será aprovado ou reprovado, depende da maioria dos deputados”.
FOTO AL







