Prefeito diz que o "canhão político" é uma pessoa
Em outro trecho da coletiva o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) ao lado do vice-prefeito José Roberto Stopa (PV), que por mais de um mês ficou à frente do cargo devido o afastamento de Pinheiro por decisão judicial que o ‘canhão político”, citado na denúncia do MPE como estratégia para angariar e manter apoio político a sua gestão, foi interpretado de maneira equivocada.
Segundo o MP a dinâmica tem por base a indicação de vereadores e aliados a cargos públicos, já Emanuel alega que o “canhão político” é uma pessoa.
“Em verdade, trata-se de uma referência a Manoel Leite Gonçalves, popularmente conhecido como ‘canhão’, presidente há décadas do bairro Alameda, em Várzea Grande”, diz a apresentação.
Para Emanuel as provas do MPE são “fracas e inconsistentes”. Segundo ele, a sua defesa está trabalhando para derrubar cada uma delas.
Emanuel ficou 38 dias afastado por conta da Operação Capistrum decretou busca e apreensão e sequestro de bens em desfavor do prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro e sua esposa Márcia Aparecida Kuhn Pinheiro, do Chefe de Gabinete Antônio Monreal Neto, da secretária-Adjunta de Governo e Assuntos Estratégicos, Ivone de Souza, e do ex-coordenador de Gestão de Pessoas, Ricardo Aparecido Ribeiro.
FOTO SECOM CUIABÁ







