Justiça diz que não vê envolvimento de Popó em fake news e contratação de detetive para seguir jornalista Aprá
Mesmo com o pedido da defesa do caso que envolve contratação de detetive para seguir supostamente o jornalista Alexandre Aprá, a Justiça negou a solicitação de conexão entre a Operação Fake News, contra o empresário Marco Polo de Freitas, o "Popó", irmão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) com o caso chamado de inquérito 38.
Só que no inquérito 44, são investigadas possíveis gravações contra deputados estaduais e possíveis crimes de calúnia, difamação, injúria, perseguição e falsa identidade contra empresários, servidores e agentes públicos do estado de Mato Grosso.
No 38 é investigado a cotnratação do detetive particular apura a sua contratação para tentar forjar um flagrante de tráfico ou pedofilia contra o jornalista .
O corregedor da PF de Mato Grosso, Renato Dias, encaminhou a denúncia para a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual. Em seu despacho, ele afirmou que as provas apresentadas não comprovam indício de materialidade de crime cometido por autoridade com foro especial — no caso o governador do Estado.
Além de Popó, sabe-se até o momento que os outros dois alvos são servidores da Prefeitura de Cuiabá. Um é assessor de endomarketing e um servidor temporário da Secretaria de Saúde.
foto reprodução







