Max Russi participa de visita técnica às obras de construção do novo Hospital Universitário Julio Muller

Sempre atuante o primeiro secretário da AL, o deputado Max Russi(PSB)  esteve presente nesta quarta-feira(27) na visita do governador Mauro Mendes às obras de construção do novo Hospital Universitário Julio Muller. Eles constataram que as obras estão até adiantadas em relação ao cronograma original.

“Essa é mais uma obra que esteve paralisada durante tantos anos, mais uma das obras que envergonhavam o Estado de Mato Grosso e que agora está a pleno vapor”, afirmou o governador Mauro Mendes.

Essa obra é realizada  pelo governo em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso, a obra tem investimento de R$ 207 milhões.

O novo hospital, localizado na MT-040, entre Cuiabá e Santo Antônio do Leverger, terá 58,3 mil metros quadrados de área construída e oito blocos, com 228 leitos de internação, 68 leitos de repouso, 63 leitos de UTI, sendo 18 pediátricos 25 neonatais, além de 12 centros cirúrgicos, 85 consultórios, 45 salas de exame, 21 salas para banco de sangue e triagem.

Segundo o reitor da UFMT, Evandro Aparecido Soares da Silva, comentou que o hospital irá atender não apenas os estudantes de medicina, mas também de outras áreas do conhecimento, como administração e economia. “Esse hospital trabalha principalmente com média e alta complexidade, casos mais raros, difíceis de se observar. É um campo enorme de estágio e aprendizados”, disse.

A licitação para a construção do novo hospital foi realizada na modalidade de Regime Diferenciado de Contratação Integrada. O Consórcio JL-MBM, vencedor do processo, ficou responsável pela elaboração dos projetos executivos e pela execução das obras. A ordem de serviço para o início das obras foi emitida em 03 de novembro de 2021.

OBRA PARADA

As obras do novo Hospital Universitário Júlio Muller começaram em 2012 e estavam previstas para serem entregues em 2014, antes da Copa do Mundo, quando a unidade serviria de apoio para os visitantes da cidade. Devido ao não cumprimento do cronograma, o contrato com a antiga empresa foi rescindido em 2014, com apenas 9% do projeto executado e a obra permaneceu paralisada desde então.

 

 FOTO FABLICIO RODRIGUES / ALMT