Emanuelzinho denuncia intolerância politica por parte de radicais bolsonaristas
Em uma entrevista na manhã de hoje, o deputado federal Emanuelzinho (MDB), tratou da intolerância política, que mais do que nunca, vem marcando as eleições 2022. Ele disse que um dos fatores predominantes para apoiar a candidatura do ex-presidente Lula (PT), no 2° turno, à presidência foi o comportamento e a intolerância política presentes em boa parte do eleitorado ‘raiz’ do presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo o parlamentar, o bolsonarista ‘radical’ costuma ser “agressivo, opressor e assediador moral”.
“Eu voto com muita convicção no presidente Lula e peço voto, o eleitor do Bolsonaro, o radical, raiz, óbvio que não podemos generalizar, mas especialmente os que possuem maior condição financeira, eles são extremamente agressivos, opressores e assediadores morais. Hoje a gente vive em um país com diversas regiões do Brasil que são conservadoras, empresários que oprimem seus trabalhadores de forma direta e indireta e o que tenho costumado falar ultimamente é que o Brasil não é resolvido a golpes de frases feitas como tem sido feito por parte da população. Problemas concretos podem ser resolvidos de formas simples”, disse o deputado.
No primeiro turno das eleições presidenciais, Emanuelzinho manifestou apoio à candidatura própria do seu partido, com o nome da senadora pelo Mato Grosso do Sul, Simone Tebet. No entanto, no segundo turno, o emedebista optou por apoiar à candidatura de Lula.
Depois de declarar seu apoio à Lula, Emanuelzinho divulgou um print de uma conversa no Whatsapp, onde é atacado após ter declarado sua posição ao candidato petista.
Na mensagem encaminhada, a pessoa associa a escolha por Lula em apoiar criminosos, e questiona o emedebista sobre um ensino 'do capeta' no Brasil, caso a esquerda retorne. Ainda há ataques à Baixada Cuiabana, que segundo o trecho enviado, só possui pessoas 'vagabundas', que não são ligadas ao agronegócio.
Na ocasião, o deputado pontuou que os cidadãos não devem ter medo de expor suas escolhas partidárias, citando que vivemos em uma democracia, onde todos possuem o seu direito, seja ele de militar pelo centro, esquerda ou direita.
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