Emanuel disse que não é bandeira branca, mas reivindicação pelo bem-estar do seu povo

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) disse que não tem nenhuma história ou iniciativa da parte dele de  “levantar a bandeira branca” ao governador reeleito Mauro Mendes (União), mas que ele está pensando como líder pelo  povo cuiabano para que Cuiabá não seja prejudicada.

“Como prefeito, tenho que cobrar de todos os que prometem para nossa Capital, que honre com a nossa Capital. É meu dever, então, não foi bandeira branca, foi reivindicação natural de um líder de uma cidade pelo bem-estar do seu povo”, justificou Emanuel.

ENFRAQUECIMENTO POLÍTICO

Emanuel também nega seu enfraquecimento político por não ter conseguido eleger sua esposa Márcia Pinheiro(PV) ao governo. Ele frisou a reeleiçao de seu filho Emanuelzinho(MDB).

“Vou fazer a leitura do enfraquecimento de Emanuel: Emanuelzinho deputado federal reeleito aos 27 anos com 75 mil votos, Emanuel Pinheiro continua prefeito de Cuiabá, segundo dados de pesquisa – durante a campanha eu pulei de 51 para 64% de aprovação popular e terceiro, Márcia Pinheiro que nunca teve um voto, estou dormindo ao lado de uma mulher com quase 300 mil votos, fazendo a liderança dela e o nome dela no Estado. Então, se querem entender como derrota, eu sou o enfraquecido mais fortalecido e vitorioso do Estado”, rebateu.

O prefeito disse ainda que os que tiveram seu apoio e de Emanelzinho e saíram vitoriosos, entre eles o presidente da Câmara de Cuiabá e de Várzea Grande, Juca do Guaraná Filho (MDB) e Fabinho (PSB), respectivamente.

 

 

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