Russi diz que novo Ser Família vai focar nas famílias com a renda em até 105 reais
Após a aprovação no dia 11 de janeiro pelos deputados do novo programa Ser Família, o deputado estadual Max Russi(PS) disse que o programa é importante, visto que, cerca de 100 mil famílias deixaram de ser atendidas pelo Ser Família Emergencial, mas que o foco serão as famílias com a renda em até 105 reais
“Fizemos um substituível integral, melhoramos o projeto, mantendo as agências de saúde dentro do programa, pois a participação delas são importantes. Sobre a questão da renda, vamos trabalhar primeiro com as famílias que têm a renda apertada de até 105 reais, como está no projeto, porém, precisamos abrir uma oportunidade e talvez atingiremos um público muito pequeno de famílias, que normalmente são as famílias invisíveis que estão dentro dos programas sociais, e que precisam ser olhadas, precisam ser atendidas. Precisamos buscar essas famílias para entrar do programa”, falou.
Segundo ele, não se pde atender somente essas famílias. "Fiz uma emenda dando condição a Secretaria de Assistente Social de avançar até 1/3 do salário mínimo. Aquelas pessoas que tiverem a renda Per Capita por pessoa de até aproximadamente 400 reais poderão participar do programa social”, continuou.
Questionado sobre a quantidade de famílias a serem beneficiadas com o programa, Max Russi diz que o governo terá a liberdade para definir. Conforme o deputado, será aberto um cadastro e a seleção será feita de forma mais criteriosa para conseguir atender as famílias mais necessitadas.
“Não tem definição para o número de famílias. A primeira proposta, eu ampliei um pouquinho, mas o governo terá a liberdade de definir o número de famílias. 20, 30, 40 ou 50 mil. Será um programa novo, não é igual ao Ser Família Emergencial. Agora terá uma seleção e um cadastro, a busca será mais ativa, mais forte. Ou seja, terá um critério mais apurado, pois durante a pandemia, o projeto não tinha condições de apurar. Devido ao momento, tinha que pegar o cadastro que existia na Assistência Social, mas agora não, pois tem condições através do CRAS, através dos municípios. Então, faremos uma busca ativa e buscar realmente aquelas famílias mais pobres e buscar famílias que mais precisam”, confirmou.
Ainda term agora o Ser Indígena, para atender as aldeias indígenas e conforme o projeto do programa Ser Família, também será incluso o atendimento as vítimas de violência contra a mulher.
“Uma novidade é o Ser Indígena, criado para atender as aldeias indígenas, o trabalho na qual a nossa primeira-dama tem. Ela também quis colocar em prática o programa em benefício as vítimas de violência contra a mulher, que já tinha no projeto anterior, mas acabou não conseguindo ser implementado, então foi melhorado”, disse o deputado Max Russi.
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