O pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT)
Ganhou novos desdobramentos nesta semana.
O requerimento, que inicialmente contava com nove assinaturas, já soma 13 parlamentares apoiadores, número superior ao mínimo necessário para viabilizar a instalação da comissão.
A deputada autora da proposta informou que recebeu a confirmação de duas novas assinaturas na segunda-feira (25). Nos dias seguintes, mais dois deputados aderiram formalmente ao movimento, fortalecendo o pedido dentro da Casa.
A CPI tem como objetivo investigar [insira aqui o objeto da CPI, como por exemplo: possíveis irregularidades em contratos públicos, repasses estaduais, uso de verbas da saúde ou educação, etc.]. O crescimento do número de apoiadores reflete a preocupação crescente entre os parlamentares com o tema e a pressão da sociedade por mais transparência.
> "Estamos agindo com responsabilidade. A população espera respostas, e a CPI será um instrumento legítimo para esclarecer os fatos", afirmou a deputada proponente.
Nos bastidores, o avanço da CPI já provoca movimentações políticas. Líderes de blocos partidários começaram a discutir nomes para compor a comissão, e articulações estão em curso para definir o relator e o presidente do colegiado, caso o pedido seja oficialmente aceito pela Mesa Diretora.
Com 13 assinaturas, o requerimento ultrapassa o mínimo exigido pelo regimento interno da ALMT e agora depende da deliberação da Mesa para ser lido em plenário e ter os membros indicados.
A expectativa é que a CPI seja instalada nos próximos dias, abrindo caminho para uma nova fase de apuração e debates dentro do Parlamento estadual.