ALERTA GLOBAL: Brasil Alcançará a MAIOR Alíquota de Imposto do Mundo com a Reforma Tributária; Sistema Será Sustentável?
O Brasil está prestes a entrar para o Guinness Book da tributação mundial, mas o motivo não é motivo de orgulho. Com a aprovação da reforma tributária e a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual (IBS e CBS), o país caminha a passos largos para ostentar a alíquota de imposto sobre consumo mais alta do planeta, estimada em impressionantes 27,5% a 28,5%.
A promessa de um sistema mais simples e tecnológico esconde uma realidade assustadora para o consumidor e o setor produtivo: a manutenção de uma carga tributária já escorchante e o risco iminente de inviabilidade econômica para a população.
O Título Indesejado: Brasil X Hungria
Atualmente, a Hungria detém o recorde mundial de maior alíquota de IVA, com 27%. O Brasil não apenas empatará, mas superará essa marca, solidificando sua posição como um dos campeões mundiais de arrecadação, em patamar similar ao de nações europeias.
A comparação com a Europa, no entanto, é aterrorizante. Enquanto países como Dinamarca e França (com cargas totais de 47% e 45%, respectivamente) revertem esses valores em serviços públicos de excelência, o Brasil patina na entrega de saúde, educação e segurança de qualidade. O cidadão brasileiro paga impostos de primeiro mundo, mas recebe serviços de nações subdesenvolvidas. A reforma, ao que tudo indica, não mudará esse cenário.
A Questão Crítica: O Sistema Será Sustentável?
É aqui que reside o maior alarme. A sustentabilidade do novo sistema é a grande incógnita:
Sustentabilidade Econômica: Será que a economia brasileira suportará tal pressão tributária sem sofrer um baque no consumo e na produção? Empresários temem que o alto custo do imposto inviabilize negócios e estimule a informalidade, sabotando o próprio objetivo da reforma de simplificar e formalizar a economia.
Sustentabilidade Social: Com uma população já sobrecarregada, o aumento da alíquota (mesmo que a reforma prometa uma transição) pode corroer ainda mais o poder de compra das famílias, gerando insatisfação social e pressão política insustentáveis a médio prazo.
Sustentabilidade na Prática: A prometida "reforma tecnológica" exigirá um nível de integração e eficiência fiscal inédito no Brasil, o que é um desafio monumental. Falhas operacionais podem transformar a simplificação em um caos burocrático ainda maior.
O Brasil aposta alto em um modelo que promete modernidade, mas que herda a voracidade arrecadatória do sistema anterior. A sustentabilidade desse gigante tributário dependerá não apenas da tecnologia, mas da capacidade do Estado de gerir esses recursos de forma eficiente e transparente, algo que a história recente nos mostra ser um desafio hercúleo. A sociedade observa com apreensão se o país conseguirá se sustentar debaixo desse peso fiscal recorde.






