EFEITO DOMINÓ: Novos arquivos de Epstein expõem feridas no clã Gates e pressionam a elite global
A recente desclassificação de milhares de documentos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos lançou uma nova — e profundamente incômoda — luz sobre a teia de influência de Jeffrey Epstein. O que por anos circulou como rumor de bastidores agora ganha contornos de crise pública, atingindo diretamente algumas das figuras mais poderosas do planeta.
Entre elas, o clã Gates.
O “fator Epstein” no divórcio bilionário
Em entrevista contundente à NPR, Melinda French Gates classificou Jeffrey Epstein como o “mal em pessoa” e revelou que as conexões mantidas por Bill Gates com o criminoso sexual tiveram peso decisivo no fim do casamento, oficializado em 2021.
Segundo Melinda, os documentos agora tornados públicos reabrem “momentos dolorosos” e reforçam que as explicações sobre essa proximidade devem partir exclusivamente de Bill Gates. A fala rompe o silêncio mantido por anos e transforma um divórcio histórico em símbolo de desgaste moral no topo da elite global.
Alegações médicas e a reação de Bill Gates
Entre os pontos mais sensíveis do novo lote de arquivos estão e-mails de 2013 que sugerem que Epstein teria acesso a informações íntimas sobre a saúde de Bill Gates.
A acusação: os documentos indicam que Epstein teria intermediado medicamentos para tratar uma suposta infecção sexualmente transmissível.
A defesa: a equipe de Bill Gates reagiu rapidamente. Em entrevista à 9News, o bilionário reiterou seu arrependimento por ter se encontrado com Epstein, mas classificou as alegações como “absolutamente absurdas e falsas”, afirmando que se tratam de tentativas de difamação fabricadas pelo próprio Epstein à época.
De Seattle ao mundo: Trump, Musk e a realeza
A revelação dos arquivos não se limita ao universo Gates. O impacto atravessa fronteiras e atinge diferentes centros de poder:
Realeza britânica: imagens inéditas de Epstein circulando livremente pelo Palácio de Buckingham reacenderam a pressão sobre o príncipe Andrew, segundo reportagens do Estadão.
Vale do Silício e política: nomes como Elon Musk e Donald Trump voltam a aparecer em registros de contatos e conversas. Ambos, no entanto, negam qualquer envolvimento ilícito ou relação próxima com o financista.
O que vem pela frente?
Com a pressão popular e política em alta, cresce a expectativa por novas investigações criminais, agora sustentadas por evidências físicas como fotos, registros de voo e comunicações oficiais que se tornaram públicas.
O chamado “Caso Epstein”, longe de ser um capítulo encerrado, se consolida como um teste de integridade para a elite global — e seus desdobramentos ainda prometem novos abalos.




