Federação tenta corrigir erro de 2022 e aposta em chapa mais competitiva
A Federação Brasil da Esperança — formada por PT, PV e PCdoB — decidiu mudar a lógica para 2026 após o resultado indigesto da última eleição federal.
Em 2022, o grupo ficou fora da Câmara Federal mesmo com uma votação robusta. O caso mais simbólico foi o da ex-deputada Rosa Neide Sandes, que ultrapassou os 124 mil votos e ainda assim não conquistou uma vaga — um retrato clássico de chapa mal calibrada.
Nos bastidores, a avaliação é de que o erro não esteve na falta de votos individuais, mas na montagem do time.
Agora, a federação tenta corrigir a rota com uma estratégia mais pragmática: menos divisão interna entre partidos e mais foco em desempenho eleitoral real.
A nova regra é clara — entra quem soma.
A lógica anterior, que distribuía vagas de forma igualitária entre as siglas, perde espaço para um modelo que prioriza potencial de voto e densidade regional. A ideia é evitar repetir o cenário de um “puxador isolado” cercado por candidaturas sem força suficiente para alcançar o quociente eleitoral.
Entre os nomes colocados na mesa estão, além de Rosa Neide, a ex-primeira-dama Dona Neuma, o ex-senador Antero Paes de Barros, o ex-prefeito de Juína Altir Peruzzo e a vereadora Professora Graciele.
A federação trabalha com a possibilidade de lançar até nove nomes considerados competitivos, numa tentativa de equilibrar a chapa e alcançar o quociente.
Outro movimento nos bastidores é o redirecionamento de candidaturas: quem não entrar na disputa federal deve ser empurrado para a briga por vagas na A








