Fiscalização de Maysa Leão resulta em investigação do MP sobre escola municipal
A atuação da vereadora Maysa Leão (Republicanos) na fiscalização da rede municipal de ensino resultou em uma investigação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) sobre as condições da EMEB Silvino Leite de Arruda, no bairro Planalto, em Cuiabá. Após encontrar irregularidades durante uma vistoria do projeto SOS Escolas, a parlamentar encaminhou uma representação ao MP, que realizou nova inspeção e confirmou os problemas apontados.
A fiscalização de Maysa ocorreu em maio e identificou situações que exigiam providências na unidade. Na vistoria realizada posteriormente pelo Ministério Público, foram constatadas rachaduras e inclinação no muro dos fundos, oscilações na rede elétrica e quedas frequentes de disjuntores, problemas nos banheiros e na tubulação de esgoto, além de equipamentos danificados no parque infantil, que precisou ser interditado. Também foi constatada a ausência de Alvará Sanitário e de Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico.
“Quando eu entro em uma escola para fiscalizar, eu estou olhando para a segurança das nossas crianças e dos profissionais que estão ali todos os dias. Nós encontramos problemas, registramos e levamos ao Ministério Público. E agora o próprio MP confirmou essas irregularidades. Isso mostra que fiscalizar é necessário e que não podemos fechar os olhos para situações que colocam a comunidade escolar em risco”, afirmou Maysa.
A vereadora destacou que o SOS Escolas foi criado justamente para acompanhar de perto a realidade das unidades e cobrar providências. “Não basta apontar o problema. É preciso cobrar solução. Eu vou continuar fiscalizando, encaminhando as denúncias e acompanhando as respostas. Escola precisa ser um lugar seguro, com estrutura adequada e condições dignas para nossas crianças estudarem”, reforçou.
Diante das irregularidades, o Ministério Público recomendou que o município adote medidas para corrigir os problemas e regularizar os alvarás. “Agora existe uma cobrança formal para que essas situações sejam resolvidas. O que eu quero é que os alunos tenham uma escola segura e que as famílias possam deixar seus filhos ali sabendo que o poder público está cumprindo a sua obrigação”, finalizou Maysa.






