Quinta-feira, 13 de Agosto de 2020
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EsporteAtletas não recebem ajuda financeira do governo de MT há 6 anos

Postado 2 semanas atrás Fonte: Manoel Lima

Tem seis anos que os atletas de Mato Grosso deixaram de receber ajuda financeira, por meio do 'Bolsa Atleta', paga pelo governo do estado. Atletas de Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Rosário Oeste, Acorizal, Várzea Grande, Primavera do Leste, Barra do Garças e Cuiabá. De várias modalidades Olímpicas. Por exemplo, percorrem o país inteiro, para representar o estado em competições com equipamentos, peças, acessórios e não recebem apoio no custeio de despesas com passagens, hospedagem, alimentação, entre outras.

Segundo o secretário-adjunto de Esportes do estado, do governo Taques, o cadastro dos atletas feito até 2015, e não foi homologado por falta de orçamento.

Na última campanha, para o governo do Estado, Mauro Mendes, em reunião com o seguimento esportivo, deu a palavra, que estando no governo, quitaria todas as pendências, que estão em abertas, desde de 2012, perfazendo um total de quase 10 milhões de reais.

O ciclista Daniel Pianovski é um dos seis primeiros atletas do ranking brasileiro de ciclismo, na categoria 'mountain bike'. Ele tem o direito de receber o benefício do 'Bolsa Atleta', no valor de R$ 800 por mês para se manter no esporte, mas não tem recebido.

Os maiores prejudicados foram os atletas do ciclismo. O ciclismo, tem um terço de Bolsas Atletas, para receberem, cita Benedito Silva, dirigente da Federação de Ciclismo. Os atletas tiveram os cadastros aprovados até em 2015, até hoje não recebeu nada. “Já é difícil se manter no esporte e temos o objetivo de ficar entre os seis primeiros em nível nacional”, comentou Daniel. O ciclista ainda disse que até hoje está à espera de receber a bolsa. “Tenho o direito de receber o auxílio desde 2012, pois me enquadrei nos requisitos que a lei prevê. Fizemos o protocolo na Secretaria Estadual de Esportes e até o momento não tivemos nenhuma resposta”, disse. A justificativa do secretário que estava na época é de que não tinha orçamento para o custo”, explicou.

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