CAOS NO IRÃ: REPRESSÃO JÁ DEIXA 2 MIL MORTOS E TRUMP SINALIZA INTERVENÇÃO MILITAR
Teerã / Washington – O Irã enfrenta, nesta terça-feira (13), a maior crise política e social das últimas décadas. Segundo relatos de fontes oficiais e organizações de direitos humanos, cerca de 2 mil manifestantes foram mortos pelas forças de segurança desde o início de uma onda de protestos que já dura duas semanas.
As manifestações começaram em dezembro de 2025, motivadas pelo aumento da inflação, falta de alimentos e deterioração das condições de vida, mas rapidamente evoluíram para um movimento nacional que pede o fim do regime teocrático que governa o país há mais de 40 anos.
Violência crescente e apagão de informações
Diante da escalada dos protestos, o governo iraniano decretou um bloqueio quase total da internet há cinco dias, numa tentativa de impedir que imagens da repressão cheguem à comunidade internacional. Apesar disso, informações continuam vazando.
De acordo com a agência Reuters, autoridades internas do próprio Irã admitem, reservadamente, o número de mortos. Já o discurso oficial do regime afirma que as mortes seriam resultado de ações de “grupos terroristas financiados pelo Ocidente”.
Trump endurece discurso: “A ajuda está a caminho”
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump fez sua declaração mais dura desde o início da crise. Em uma postagem em sua rede social, Trump se dirigiu diretamente ao povo iraniano:
“Não desistam, tomem suas instituições. A ajuda está a caminho.”
A fala veio acompanhada de medidas concretas anunciadas pela Casa Branca:
Suspensão diplomática: Todas as reuniões previstas com representantes do Irã foram canceladas.
Opções militares: O Pentágono confirmou que apresentou ao presidente um conjunto de planos militares contra alvos estratégicos do regime iraniano.
Pressão econômica: Países que mantiverem comércio com o Irã poderão sofrer tarifas de 25% sobre produtos exportados aos Estados Unidos.
Irã responde e coloca forças em alerta máximo
A reação de Teerã foi imediata. O comando militar iraniano declarou estado de alerta máximo e afirmou que o país está “pronto para a guerra” caso sua soberania seja ameaçada.
Especialistas em geopolítica alertam que o mundo vive o momento mais tenso no Oriente Médio desde o início do século, com risco real de confronto direto envolvendo grandes potências.
Comunidade internacional acompanha com preocupação
Enquanto os Estados Unidos adotam uma postura de pressão máxima, União Europeia e ONU demonstram preocupação com a crise humanitária e pedem contenção. O cenário internacional já é considerado instável, com outros focos de tensão espalhados pelo mundo neste início de 2026.
A situação no Irã segue em rápida evolução e mantém governos e mercados em alerta.






