Maysa Leão cobra execução de emendas e defende investimentos em saúde mental e atendimento a autistas em Cuiabá
A vereadora Maysa Leão cobrou, nesta terça-feira (26), o cumprimento das emendas impositivas destinadas por ela e pelos demais parlamentares ao orçamento de Cuiabá.
Durante pronunciamento, Maysa destacou que destinou mais de R$ 700 mil para os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e para a Unidade de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (URPICS), com o objetivo de fortalecer a estrutura e ampliar a qualidade do atendimento em saúde mental na Capital.
Além disso, a parlamentar também destinou R$ 100 mil para o atendimento de crianças neurodivergentes por meio do projeto social Harmonia Diferente. Segundo Maysa, o projeto corre o risco de encerrar as atividades caso as emendas não sejam executadas, especialmente após ter boa parte dos instrumentos musicais furtados recentemente, comprometendo o atendimento oferecido às crianças e famílias atendidas.
“A emenda impositiva não é uma sugestão do vereador. Ela é uma prerrogativa do Poder Legislativo para garantir que parte do orçamento chegue onde a população mais precisa”, afirmou.
Maysa ressaltou que a legislação obriga a execução das emendas impositivas e alertou para as consequências do descumprimento por parte do Executivo.
“É proibido deixar de pagar emenda impositiva por divergência política. Isso pode gerar apontamentos do Tribunal de Contas, irregularidades administrativas e até reprovação de contas. A lei precisa ser respeitada”, declarou.
A vereadora também enfatizou que o não pagamento das emendas afeta diretamente a população que depende dos serviços públicos.
“Quando uma emenda dessas não é executada, quem perde é a população. Estamos falando de pessoas que precisam de atendimento psicológico digno, espaços adequados de acolhimento, terapias de qualidade e respeito à saúde mental”, pontuou.
Maysa Leão também questionou o destino de outras emendas parlamentares destinadas para a Capital. “Eu quero saber onde estão os mais de R$ 2 milhões que eu destinei para Cuiabá. Onde foram parar? Se não pagou, eu quero saber onde foi parar o dinheiro”, finalizou.








