Leis de autoria de Maria Avalone são sancionadas e reconhecem o doce de caju e o guaraná ralado como Patrimônios Culturais Imateri
A preservação da identidade cultural cuiabana ganhou um importante reforço com a sanção, pelo prefeito Abílio Brunini, de duas leis de autoria da vereadora Maria Avalone que reconhecem o doce de caju e o guaraná ralado, juntamente com seus modos tradicionais de preparo, como Patrimônios Culturais Imateriais de Cuiabá.
As novas legislações têm como objetivo proteger e valorizar duas das mais importantes tradições da culinária regional, preservando conhecimentos transmitidos de geração em geração e fortalecendo a memória, a história e a identidade do povo cuiabano.
O guaraná ralado é um dos maiores símbolos da baixada cuiabana. Além de seu consumo diário como fonte natural de energia, o ritual de seu preparo faz parte da cultura local e representa um costume mantido há décadas por famílias cuiabanas. O reconhecimento municipal reforça sua importância histórica e cultural, ampliando a proteção desse patrimônio imaterial.
Já o doce de caju representa uma das mais tradicionais expressões da gastronomia regional. Produzido de forma artesanal, seu modo de preparo preserva técnicas e saberes populares que atravessam gerações, mantendo viva uma tradição que integra a história e a cultura de Cuiabá.
Autora das propostas, a vereadora Maria Avalone destacou que preservar o patrimônio imaterial é garantir que as futuras gerações conheçam e mantenham vivas as tradições que fazem parte da essência da Capital.
"Essas leis representam o reconhecimento de duas tradições que contam a história de Cuiabá. O doce de caju e o guaraná ralado fazem parte da nossa identidade, das nossas lembranças e da cultura do nosso povo. Preservar esses saberes é valorizar quem mantém essas tradições vivas, fortalecer o sentimento de pertencimento e garantir que esse patrimônio cultural seja transmitido às futuras gerações.
Agradeço ao prefeito Abílio Brunini pela sensibilidade em sancionar essas leis, que reafirmam o compromisso com a valorização da cultura cuiabana."
Maria Avalone ressaltou ainda que o reconhecimento do doce de caju e do guaraná ralado como Patrimônios Culturais Imateriais fortalece as políticas públicas de preservação da cultura, incentiva o turismo cultural, valoriza os produtores e artesãos locais e contribui para manter viva a história da baixada cuiabana, reafirmando o orgulho das tradições que fazem de Cuiabá uma cidade única.






