Maysa Leão cobra providênciavv cccvc s para 40 escolas em situação alarmante em Cuiabá


A vereadora Maysa Leão (Republicanos) voltou a cobrar providências da Prefeitura de Cuiabá para melhorar a estrutura das unidades da rede municipal de ensino. Durante fala na Câmara Municipal, nesta quinta-feira (15), a parlamentar destacou o levantamento do programa SOS Escolas, realizado pelo gabinete, que identificou 40 unidades em situação alarmante e encaminhou a relação à Secretaria Municipal de Educação para orientar a priorização das intervenções.

Ao apresentar imagens de quatro escolas, Maysa chamou a atenção para as condições enfrentadas por crianças e profissionais da educação. Entre as unidades citadas estão a EMEB Moacir Gratidiano Dorileo, a EMEB Professora Joana Dark da Silva, a EMEB Coronel Octayde Jorge da Silva e a EMEB Professora Orzina Amorim Soares. As imagens mostram problemas estruturais que exigem atenção e medidas concretas do poder público.

“São unidades que atendem crianças pequenas e que, quando a gente olha as imagens, fala: ‘Não é possível, essa unidade está aberta e funcionando’. Mas está funcionando exatamente na forma como aparece no vídeo”, afirmou Maysa. A parlamentar ressaltou que a fiscalização não tem objetivo de promover sensacionalismo ou perseguição política, mas de apresentar um diagnóstico das escolas que mais precisam de melhorias.

A vereadora também denunciou problemas relacionados ao uso de banheiros químicos em unidades de ensino, inclusive por crianças pequenas e profissionais, e questionou as condições de limpeza desses equipamentos. Para ela, a situação reforça a necessidade de intervenções que garantam condições adequadas de higiene, segurança e dignidade à comunidade escolar.

Maysa lembrou ainda que já havia alertado sobre o risco de desabamento do telhado de uma unidade de saúde da região da Lixeira, situação que posteriormente resultou na queda da estrutura e deixou uma enfermeira ferida. Ao estabelecer o paralelo com as escolas fiscalizadas, ela alertou para o risco de esperar que um acidente aconteça para que os problemas sejam tratados como prioridade.

“Será que a gente vai precisar que uma criança se acidente em uma dessas escolas para que a gestão priorize algo que, se fosse privado, jamais estaria aberto e em funcionamento? Nós fizemos a fiscalização, levantamos as unidades que mais precisam de intervenção e entregamos essa relação pronta para a Secretaria de Educação. O que estamos pedindo é que esses problemas sejam enfrentados antes que aconteça uma tragédia”, concluiu Maysa.