Mato Grosso consolida força econômica e registra 2ª menor taxa de desemprego do país

Com índice de 3,1% no primeiro trimestre de 2026, estado fica atrás apenas de Santa Catarina e opera com quase metade da média nacional, aponta IBGE.

CUIABÁ – O estado de Mato Grosso consolidou sua posição de destaque no cenário econômico nacional ao registrar a segunda menor taxa de desemprego do Brasil no primeiro trimestre de 2026 [46678, 2026/05/15]. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desocupação no estado ficou em apenas 3,1% [46678, 2026/05/15].O resultado coloca Mato Grosso em uma posição altamente competitiva, ficando atrás apenas de Santa Catarina, que lidera o ranking nacional com 2,7% de desemprego [46678, 2026/05/15]. Para efeito de comparação, a média de desocupação do Brasil no mesmo período fechou em 6,1% [46678, 2026/05/15], o que significa que o índice mato-grossense opera praticamente na metade da média do país [2026/05/15].

Flutuação sazonal e avanço anual

O índice atual de 3,1% aponta um leve crescimento em relação ao fechamento do quarto trimestre de 2025, quando o desemprego no estado havia atingido a marca de 2,4% [2026/05/15]. De acordo com analistas econômicos, essa flutuação é considerada um movimento sazonal natural de início de ano, provocado pelo encerramento dos contratos temporários de trabalho gerados pelas festas de Natal e Ano Novo.Por outro lado, quando o comparativo é feito com o primeiro trimestre de 2025 — período em que o desemprego em Mato Grosso era de 3,5% [2026/05/15] —, os novos dados comprovam uma evolução real e a sustentabilidade na geração de postos de trabalho a longo prazo no estado.

Alta ocupação e subutilização em queda

Além do baixo desemprego, Mato Grosso também se sobressaiu na taxa de subutilização da força de trabalho, que recuou para 6,7% [2026/05/15]. Este é o segundo menor índice de subutilização do território nacional [2026/05/15], o que serve como um forte indicativo de que a população ativa local não apenas está conseguindo inserção no mercado de trabalho, mas também assegurando jornadas e funções adequadas ao seu perfil.O dinamismo do agronegócio e o reflexo positivo dessa cadeia produtiva nos setores de comércio e serviços locais seguem apontados como os principais pilares de sustentação para os elevados índices de empregabilidade no estado.