Maysa Leão cobra ação urgente da Prefeitura após jovem cair em bueiro em Cuiabá

A vereadora Maysa Leão (Republicanos) voltou a cobrar providências urgentes da Prefeitura de Cuiabá diante das condições precárias das ruas e calçadas da Capital. Durante sessão na Câmara Municipal nesta terça-feira (19), a parlamentar se solidarizou com a jovem de 21 anos que caiu em um bueiro enquanto caminhava com o cachorro, próximo de casa, e alertou para o risco diário enfrentado pela população.

Segundo Maysa, a estudante só não sofreu consequências mais graves porque foi socorrida rapidamente por pessoas que passavam pelo local. “Ela estava apenas caminhando, não corria, não pulava. A tampa do bueiro simplesmente cedeu. Poderia ter batido a cabeça e perdido a vida. Foi salva por Deus e pelas pessoas que estavam ali naquele momento”, afirmou a vereadora.

A parlamentar relembrou que, ainda em fevereiro, percorreu trechos da Avenida Miguel Sutil registrando tampas de bueiros quebradas, soltas ou inexistentes, e denunciou os perigos enfrentados pelos cuiabanos. Segundo ela, passados meses da denúncia, a situação continua sem solução. “Eu alertei essa Casa e alertei a população: andar nas calçadas de Cuiabá virou um risco. E andar na rua também, porque os carros desviam dos buracos o tempo inteiro. O que mudou desde fevereiro? O mato cresceu, os problemas aumentaram e nada foi resolvido”, criticou.

Maysa Leão também chamou atenção para o abandono dos espaços públicos e para a falta de manutenção urbana na Capital. “Hoje Cuiabá cultiva mato, troncos mortos e abandono. As árvores sofrem podas drásticas, as calçadas estão destruídas e a população vive insegura. Quando um médico recomenda caminhada para cuidar da saúde, eu digo: cuidado. Em Cuiabá, caminhar perto de casa pode colocar a vida das pessoas em risco”, declarou.

A vereadora reforçou que o caso da jovem não pode ser tratado como um episódio isolado e cobrou uma força-tarefa imediata para recuperação de calçadas, tampas de bueiros e vias públicas. “Poderia ter sido uma criança, um idoso ou qualquer trabalhador voltando para casa. A população não pode continuar dependendo da sorte para conseguir andar pela cidade”, concluiu.