Deputado cobra fim de disputa entre Executivo e Legislativo em Várzea Grande

Fábio Tardin critica conflitos políticos e afirma que população é a principal prejudicada com falta de união entre poderes

O deputado estadual Fábio Tardin (Podemos) criticou a atual relação entre os poderes Executivo e Legislativo de Várzea Grande e afirmou que a disputa política entre as partes precisa ser encerrada com urgência. A declaração foi feita nesta quinta-feira (25), durante a inauguração do Parque Tecnológico do município.

Segundo o parlamentar, o clima de “queda de braço” acaba desviando o foco das principais demandas da população, que segue enfrentando dificuldades em áreas como saúde, infraestrutura e mobilidade urbana.

“É lamentável. Nós deveríamos estar unidos para discutir o que realmente interessa, que é melhorar a vida da população de Várzea Grande. A cidade enfrenta muitos problemas e quem acaba pagando essa conta é o cidadão”, afirmou.

Fábio Tardin destacou ainda que reconhece a importância do papel fiscalizador da Câmara Municipal, mas defendeu que o Executivo precisa transformar promessas em resultados concretos para a população.

“O vereador tem que cobrar e o Executivo tem que ser fiscalizado. Infelizmente, o que vemos é que se fala muito e se faz pouco”, declarou.

Durante a fala, o deputado também citou investimentos destinados por ele ao município, como um repasse de R$ 2 milhões voltado à realização de um mutirão odontológico e à compra de cadeiras odontológicas, após equipamentos terem sido perdidos em um incêndio em um barracão da Prefeitura.

Ele afirmou ainda que já havia destinado anteriormente cerca de R$ 500 mil para a aquisição de cadeiras odontológicas, mas questionou a execução dos recursos e a efetiva entrega dos equipamentos à população.

“Esse tipo de situação não pode acontecer em Várzea Grande”, criticou.

Ao encerrar, Fábio Tardin reforçou o apelo por maior união entre os poderes e foco em resultados práticos para a população.

“A cidade precisa de união, responsabilidade e compromisso. A população não pode continuar sendo prejudicada por disputas políticas”, concluiu.