Após operação do Gaeco, Bruno diz que Lucas reúne até 20 votos para comandar Câmara de VG

Vice-presidente afirma que grupo ampliou apoio e cobra nova eleição; número anunciado ainda depende de confirmação na votação

A disputa pela presidência da Câmara de Várzea Grande ganhou novos desdobramentos em meio à Operação Cathedra Venalis. O vice-presidente da Casa, Bruno Rios (PL), afirmou que a candidatura de Lucas do Chapéu do Sol (PL) reúne entre 19 e 20 votos para assumir o comando do Legislativo no biênio 2027/2028. A Câmara possui 23 vereadores. Notícias em MT com credibilidade

Segundo Bruno, o grupo conquistou novos apoiadores e mantém Lucas como candidato. O parlamentar também descartou a possibilidade de substituir o colega na disputa. A estimativa apresentada representa a avaliação política do aliado: os apoios ainda precisam se confirmar na eleição. Notícias em MT com credibilidade

O avanço anunciado aumenta a pressão sobre o atual presidente, Wanderley Cerqueira (MDB). Bruno o acusa de dificultar a convocação de uma nova votação e afirma que parlamentares recorreram à Justiça para tentar garantir a realização do pleito. Conforme as informações divulgadas, a eleição permanece sem data definida. HiperNotícias - Você bem informado

A disputa ocorre após a anulação, pelo Supremo Tribunal Federal, da eleição realizada em maio, na qual Wanderley venceu Lucas por 12 votos a 11. A decisão questionou a antecipação da escolha da Mesa Diretora para o próximo biênio. NORTÃO NEWS

A movimentação política acontece no contexto da operação deflagrada pelo Gaeco na terça-feira (20). Segundo o Ministério Público de Mato Grosso, foram determinados 30 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Entre os investigados estão 13 vereadores de Várzea Grande e dois da capital. mpmt.mp.br

A investigação apura possíveis irregularidades envolvendo a Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, incluindo suspeitas de corrupção, obtenção de vantagens indevidas e cooptação de agentes públicos. As diligências buscam reunir provas; a condição de investigado não equivale a uma condenação.