Quinta-feira, 13 de Agosto de 2020
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PolíticaCuiabá e VG propõem quarentena coletiva por mais 07 dias

Postado 1 mês atrás Fonte: redação com assessoria

Embora não tenha chegado a um acordo, as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande concordaram na possiblidade de ficar em quarentena coletiva por mais 07 dias.

A proposta foi apresentada na tarde desta quinta-feira(09) durante a videoconferência de audiência de conciliação judicial realizada na tarde de hoje (9) pelo juiz juiz da Vara Especializada da Saúde de Mato Grosso, José Leite Lindote, a  sobre a prorrogação ou não da quarentena obrigatória em Cuiabá e Várzea Grande, a Prefeitura de Cuiabá pedida pelo MPE.

O  Secretário de Saúde Luiz Antonio Pôssas de Carvalho, propôs reavaliação conjunta dos indicadores não apenas de Capital, mas de outras cidades do Estado que tenham alto índice de contaminação de Covid-19, para causar menos impacto possível ao setor econômico e ao Sistema de Saúde da Capital, que já estão completamente fragilizados pela pandemia. 

Já Várzea Grande propôs fechamento por mais sete dias e, após isso, reavaliação dos indicadores. Cuiabá segue na mesma linha de pensamento, principalmente por defender a necessidade de medidas técnicas conjuntas. E, por acreditar que neste prazo, será possível sentir os impactos das semanas de quarentena já implantadas, bem como, terá tempo hábil para habilitação de novos leitos de UTI e novas medidas de biossegurança e contenção ao vírus. 

- O prefeito Emanuel Pinheiro ressalta mais uma vez, que não é contra nenhuma medida que vise o salvamento de vidas humanas. Mas defende a manutenção da legitimidade de medidas próprias de cada município, que até aqui tem sido feitas por Cuiabá pautadas sempre por embasamentos e planejamentos técnicos. Entretanto, reitera o pedido para que a decisão do magistrado seja estendida não apenas para Cuiabá e Várzea Grande, mas também para as demais cidades que vêm gerando impacto no atendimento da Capital pelo alto índice de Covid-19. 

O pedido considera o fato de que Cuiabá está acolhendo mais de 65% de pacientes de outros municípios do Estado, e não seria justo impactar apenas a economia da Capital.

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